POR FALTA DE ESTACIONAMENTO E ESTRUTURA PARA O SETOR, SEGUNDO DISSE, “A POPULAÇÃO AINDA NÃO ESTÁ PREPARADA”.
MANAUS (AM) – O presidente da Câmara de Vereadores de Lábrea, no interior do Amazonas, Adalfrank Teixeira da Silva, do Partido Liberal (PL), na véspera da 23ª Sessão legislativa realizada dia 3 passado, com um telefonema conseguiu demover o ritmo da forte repressão no trânsito contra agricultores que vem do campo à cidade e também do transporte de carga, descarga e passageiros que trabalham na área portuária.

A política venceu? Ninguém precisa pagar nada, não por muito tempo.
A intervenção do político bolsonarista se deu num momento em que a tensão entre a população e a fiscalização policial se elevava a níveis muitos altos por contra de um suposto “arrocho contra condutores em todas as vias públicas e áreas privadas”.

Tá valendo estacionar de qualquer jeito. Inexiste estacionamento na cidade
Enquanto a fiscalização acontecia, a atuação dos agentes fazia pipocar em toda a cidade dando conta que, “havia denúncias de cobrança de suposta propina para que os condutores multados pagassem as multas num tempo de até 15 minutos após as autuações”. Essas medidas atingiriam, segundo informações, principalmente, agricultores flagrados durante blitzes realizadas durante a madrugada vindo da zona rural para a cidade.
Nem o ex-prefeito Gean de Barros deixou bons exemplos no trânsito ainda desordenado da cidade de Lábrea.
Esses supostos boatos, segundo fontes credenciadas, chegaram a tomar conta das rodas de conversas “em tom generalizado entre condutores abordados e dos bastidores da política”. Porém, nenhuma acusação até essa data teria sido formalizada às autoridades sobre cobrança de propina por parte dos agentes de trânsito que atuam nas ruas da cidade. E ao longo da BR-230 (antiga Transamazônica).

Câmara conseguiu conter, em parte, a temida "indústria da multa" - não por muito tempo, em Lábrea.
Por sua vez, o presidente da Câmara, Adalfrank Teixeira, exortou os órgãos de fiscalização “a maneirar, por enquanto, o rigor das autuações que venham prejudicar agricultores, os tradicionais fubiqueiros (donos de veículos que trabalham na área portuária com carga e descarga de mercadorias e transporte de passageiros).
- Essa trégua, apontou fonte credenciada da Câmara labreense, deve ser estendido a condutores da cidade pelo não uso do capacete.

Na Feira do Produtor não há como estacionar, corretamente. Vai levar multa, a todo instante.
Segundo ele, “a população ainda não está preparada para esse tipo de imposição da legislação de forma desproporcional à cultura local ou de imediato. O parlamentar sugeriu, no entanto, por falta de estacionamento no comércio e em quase toda a cidade, “é preciso que às autoridades alonguem o prazo do uso do capacete, oriente o condutor a regularizar o veículo e, num segundo momento, aplicarem alguma punibilidade”.

No centro, situação semelhante. Pedestre é impedido de transitar, adequadamente, na faixa

Mais que doideira é o trânsito a área comercial lojista

'Vereador-Presidente, Adalfrank Teixeira da Silva, com um telefonema, arrefeceu a fiscalização que estava a todo vapor
De acordo com vereadores que se manifestaram sobre o assunto, na sessão da sexta-feira (3), entre eles, o vereador “Babau do MABI”, do Partido União Brasil (UB), “eu já chamei, aqui, no plenário, policial de mentiroso”. Ele lembrou que, havia um acordo para que o uso do capacete e a regularização do veículo iria até o mês de novembro”. Segundo apurou a reportagem, “esses prazos teriam sido alterados pelos agentes de trânsito que surpreenderam a população realizando blitzes até de madrugada”.

Nessa travessa, motoqueiro (a) não respeita a proibição

