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Brasil

Aos 9 meses, filho de Zé Vaqueiro sofre parada cardíaca: 'Nos ajuda, Deus'

Arthur, filho de Zé Vaqueiro e Ingra Soares, teve uma parada cardíaca nesta sexta-feira

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
Aos 9 meses, filho de Zé Vaqueiro sofre parada cardíaca: 'Nos ajuda, Deus'
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Arthur, filho de Zé Vaqueiro e Ingra Soares, teve uma parada cardíaca nesta sexta-feira (17). A informação foi confirmada pelos próprios pais através do Instagram. O bebê, de apenas 9 meses, nasceu com uma má formação congênita, também conhecida como Síndrome de Patau.

Arthur teve a parada cardíaca apenas 24 horas após ter alta do hospital, onde estava internado desde que nasceu. Agora, o bebê retornou para a UTI. "Sei que tem muita gente orando e, assim como nós, ficou feliz com a notícia da alta de ontem. Se passaram 24 horas e o Arthur hoje teve uma parada cardíaca, precisamos vir urgente para o hospital", revelou Zé.

O cantor completou: "Novamente ele está na UTI, mas não vou perder minha fé e vou continuar na luta. Sei que eu e Ingra estamos fazendo de tudo por ele e por nossa família. E Deus é quem está no controle de nossas vidas".

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Casada com Zé desde outubro de 2021, Ingra também publicou um desabafo nas redes sociais. "Uma síndrome cruel. Nos ajuda, Deus", escreveu a empresária.

O QUE É A SÍNDROME DE PATAU, DOENÇA DO FILHO DE ZÉ VAQUEIRO?

A Síndrome de Patau é uma má-formação congênita que acomete o sistema nervoso. Os seres humanos possuem 46 cromossomos, distribuídos entre 23 pares. A enfermidade é caracterizada pela presença de uma trissomia do cromossomo 13, ou seja, quando tem três cromossomos neste grupo, o que configura uma falha genética. O distúrbio é raro e ocorre devido a problemas na divisão celular do zigoto, formado pelo óvulo e pelo espermatozóide.

A Síndrome de Patau pode ser identificada durante a formação do feto, em exames pré-natal. Não existem fatores de risco que determinam a possibilidade de o bebê nascer com a enfermidade; são raros os casos em que são herdados do pai ou da mãe. Entre as possíveis consequências do distúrbio, estão doenças renais, problemas coronários, atraso mental, malformações de membros ou órgãos e microcefalia.

A doença não tem cura e a expectativa de vida não é alta para bebês que nascem com a enfermidade. Existem casos de pacientes que chegam aos 10 anos com acompanhamento médico multidisciplinar, mas há, também, recém-nascidos que vêm a óbito em poucas semanas.

FONTE/CRÉDITOS: Matheus Queiroz - MSN
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HENRIQUE FERRAZ

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