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Comissão aprova dispensa de licitação para órgão público contratar plano de saúde sem fins lucrativos

Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
Comissão aprova dispensa de licitação para órgão público contratar plano de saúde sem fins lucrativos
Foto: Thiago Cristino / Câmara dos Deputados
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Thiago Cristino / Câmara dos Deputados
Solano: planos de saúde sem fins lucrativos exercem papel significativo na assistência a servidores públicos

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5265/13, que autoriza a dispensa de licitação na contratação de planos de saúde sem fins lucrativos para prestar serviços a servidores públicos e seus dependentes. A medida exige que os preços contratados sejam compatíveis com os praticados no mercado.

O colegiado acolheu o substitutivo do relator, deputado Merlong Solano (PT-PI), ao texto da deputada Erika Kokay (PT-DF).

Atualmente, a contratação direta de planos de autogestão sem licitação é permitida apenas na União, com amparo no Estatuto dos Servidores Públicos (Lei 8.112/1990). Em estados e municípios, a ausência de previsão expressa na Nova Lei de Licitações (Lei 14.133/21), segundo o relator, gera insegurança jurídica e risco de anulação dessas contratações por órgãos de controle locais.

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O relator atualizou a proposta original para adequá-la à nova legislação. "Os planos de saúde sem fins lucrativos exercem papel significativo na assistência a servidores públicos, muitas vezes com um desenho assistencial mais ajustado ao perfil epidemiológico desse segmento e com custos mais vantajosos que o mercado privado tradicional", disse.

Conforme Solano, o projeto viabiliza a continuidade da contratação direta de entidades como a Fundação de Seguridade Social (GEAP).

Próximos passos O texto será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como foi rejeitado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, o projeto perdeu seu caráter conclusivo e deverá ser apreciado pelo Plenário. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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FONTE/CRÉDITOS: Agência Câmara Notícias

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