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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2026
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EX-VICE-PREFEITO DE GEAN CAMPOS DE BARROS (MDB) SAI DA LISTA DE DESEMPREGADO DO SINE-AM E EXIBE SALÁRIO DE R$ 18 MIL À FRENTE DE ÓRGÃO DO SUS FEDERAL

ENQUANTO PRESIDENTE DA FOCIMP É TAXADO DE VENDEDOR DA SAÚDE INDÍGENA PARA GRUPOS POLÍTICOS E ONGs QUE OS MANTÊM NO RANKING DE MELHOR ONGUEIRO PAGO NA MESORREGIÃO AMAZONENSE DO PURUS E VIAGENS À EUROPA

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Por TUDO AMAZÔNIA
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EX-VICE-PREFEITO DE GEAN CAMPOS DE BARROS (MDB) SAI DA LISTA DE DESEMPREGADO DO SINE-AM E EXIBE SALÁRIO DE R$ 18 MIL À FRENTE DE ÓRGÃO DO SUS FEDERAL
Deputado Adjuto Afonso (UB) evitou demissão no primeiro mandato de Gean de Barros e de MABI CANIZO e Rami Rachid Said em suspeita de desvio de até R$ 2 milhões da Prefeitura de Lábrea. Os dois navegavam em céu de brigadeiro, a época.
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MANAUS (AM) – Enquanto povos indígenas da mesorregião amazonense do Purus padecem com doenças já erradicadas, aldeias com infraestrutura precária, má segurança alimentar, saúde em xeque e sem progressão na vida normal e submetidos a confinamento questionável em plena COP-30, aos olhos do mundo o ex-Vice-Prefeito de Lábrea, comerciante Moacyr Canizo de Brito Filho, 54, surfa com ajudinha dada por deputados e senadores com salário de R$ 18 mil em cargo destinado à assessoria superior em agência de fomento à saúde indígena.

A nomeação pegou de surpresa lideranças indígenas aldeadas das bases dos municípios de Manaus, Boca do Lábrea, Pauini, Canutama, Tapauá e Beruri, que reagiram à indicação de Moacyr Canizo de Brito Filho pelos padrinhos políticos deputados Adjuto Afonso (União Brasil), Átila Lins (PSD) e reforço do senador Eduardo Braga (MDB) e ao ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB).

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Taxado de vendedor da saúde indígena (sic), Zé Bajaga, apesar de ter sua etnia posta sob suspeita, continua presidente da FOCIMP e ostentando em viagens a Europa sem prestar conta do que fez (e faz) fora do Brasil.

Ao menos três décadas, esses políticos mantém a hegemonia das indicações – algumas vezes, sem critérios técnicos e de transparência exigidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) - de aliados a cargos de Governo em órgãos indígenas do Estado (principalmente na saúde indígena, considerada uma verdadeira galinha dos ovos de ouro nas aldeias indígenas dos municípios amazonenses).

 Indígenas exigem, ao lado de professores iludidos pelo ex-prefeito com o não rateio do FUNDEB, a presença da Polícia Federal na região.

Desde que foi derrotado nas eleições municipais de prefeito na chapa com Jesus Batista (vulgo Fátimo do MDB), o comerciante e ex-diretor da extinta Central de Abastecimento do Amazonas (CEASA), de onde fora demitido pelo falecido Ex-Governador Amazonino Mendes, o comerciante Moacyr Canizo de Brito Filho, engrossou a lista de desempregados do Sistema Nacional de Emprego (SINE), agora, ganhou sobrevida com salário de R$ 18 mil ao mês.

 Enquanto indígenas padecem sem infraestrutura nas aldeias, políticos ostentam salários milionários em órgãos de saúde indígenas nos municípios do Purus

 Indígena protestaram contra descaso e o caos na saúde indígena e assiste a mulher doente definhar em sofá sem assistência do DSEI/SESAI/AGSUS, em Aldeia isolada e na cidade de Lábrea.

A chegada do comerciante com apenas o Ensino Médio à seccional da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (veja imagem), demonstra que “o nepotismo político continua ignorando a ética e a legislação do Servidor Público Federal” cujos cargos devem ser ocupados por servidores de carreira e/ou responsáveis técnicos em indicação para cargos federais “para concursados sem mácula ou envolvidos não tenham respondidos processos disciplinares durante a função designada”.  

 Gean Campos de Barros com aliados em confraternizações rotineiras em hotel/restaurante de alto padrão. Ele é o principal beneficiados com aluguéis de seus prédios para o DSEI/SESAI (vide Rami Rachid Said), a Caixa Econômica, rede de hotéis e a TV LAR, na cidade de Lábrea.

Não é isso que acontece no serviço público federal até aos dias de hoje na Capital Manaus e, principalmente, no interior do Estado. O que se vê, “é que certos órgãos de controle fariam suposta vista grossa ao abuso de poder político no âmbito federal”, o que demonstrou na avaliação de indígenas com formação, nesta quinta-feira (13), que “continuaremos sendo rifados das indicações sob o aval criminoso da polêmica Federação das Organizações e Comunidades Indígenas do Médio Purus (FOCIMP)”.

Indígena Apurina morreu de Covid-19 depois de alta duvidosa na CASAI e Hospital Regional no final de 2024. O caso nunca foi investigado pelo Ministério da Saúde (MS), MPF ou pelo DSEI/SESAI e a AGSUS.

O presidente dessa entidade, conhecido como Zé Bajaga, há muito vem tendo a etnia que declarou a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (FUNAI) e às três esferas de poder cuja eleição por meio de votação virtual “é colocada sob forte suspeita de manipulação até aos dias de hoje” cujo certame contou com Organizações Não-Governamentais financiadas com capital estrangeiro.

 Protesto contra a indicação de Rami Rachid Said, homem de confiança de Gean de Barros, Adjuto Afonso, Atila Lins e do senador Eduardo Braga, viraram rotina. Ao afinal, entram em cena Zé Bajaga e outros indígenas aculturados para fragmentar e esvaziar is movimentos.

Zé Bajaga é parte integrante do grupo político que atua nos órgãos indígenas de Lábrea e da mesorregião do Purus sob a proteção dos deputados Adjuto Afonso (UB), Átila Lins (PSD) e do senador Eduardo Braga (MDB), “reconhecidos como seus patrocinadores políticos e financeiros”.

- Mais protestos contra nomeações sem consultas diretas aos povos indígenas. Apesar de citado, o MPF é outros órgãos de controle não investigaram a fundo os descasos com a saúde indígena. A CASAI funciona num ex-deposito de borracha. Pertence, também, a Gean Campos de Barros.

Taxado de “o vendedor da saúde indígena” na mesorregião amazonense do Purus para empresas avalizadas por políticos e fornecedores de medicamentos, mantenedores de projetos sociais, de saúde, aluguéis de prédios do ex-prefeito, além de embarcações, aeronaves, medicamentos e  alimentação a pacientes, de acordo com relatos de filhos indígenas que perderam filhos e os pais para a COVID-19 e H1N1 (vírus de natureza letal para indígenas aldeados e não aldeados), “Zé Bajaga esnoba salários (?) milionários em postos estratégicos na FUNAI e DSEI/SESAI ao menos  dezesseis anos desde o primeiro mandato do ex-prefeito Gean Campos de Barros (MDB)”.

Como não bastasse essa situação de ganhos desproporcionais à vida que levam indígenas das aldeias da cidade e das reservas do Purus (bases do Ituxi e Médio Rio Purus), que não sabem aquém apelar para que ele e os  coordenadores da FUNAI (inclusos ex-dirigentes), DSEI, SESAI, CASA, CONDISI - e o novo titular da AGSUS - sejam investigados sobre a rota dos recursos da saúde, educação e da infraestrutura das aldeias destinadas pelo Governo Federal (veja imagem).

Ex-galpao do clã Mustafá Said alugado a Gean de Barros foi improvisado como o Hospital Indígena para o DSEI/SESAI e coordenado por Rami Rachid Said e agora, será supervisionado por Moacyr Canizo de Brito Filho. Ele responde pela AGSUS-Ministério da Saúde.

Além de Moacyr Canizo de Brito Filho, indicado para a seccional da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS com jurisdição em toda a mesorregião do Purus (Mabi Canizo já procura novo prédio para se agasalhá-lo e sua ex-equipe que atuou na ex-Vice-Prefeitura), outros ostentam salários milionários na Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), como um técnico em Enfermagem (R$ 12.400) que acumularia, também, emprego no Hospital total Regional de Lábrea (HRL) em horário incompatível com a função na unidade indígena. As mulheres, em cargos questionados de DAS, ultrapassariam os R$ 13.600, acima do teto previsto para a Coordenadoria do DSEI local.  

NOTA DA REDAÇÃO: Nenhum dos novos nomeados pela os cargos citados respondeu a ligações, Mabi Canizo, preferiu ignorar as chamadas pelo número do celular (97) 99101-..95. Já Zé Bajaga não foi encontrado em nenhum dos endereços do bairro da Fonte, em Lábrea/AM.    

 

 

FONTE/CRÉDITOS: XICO NERY
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HENRIQUE FERRAZ

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