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Política

Fraudes, demissão e CPI: os primeiros dias turbulentos de Wolney Queiroz na Previdência Social

Novo ministro é alvo da oposição por suposto conhecimento de escândalos do INSS

TUDO AMAZÔNIA
Por TUDO AMAZÔNIA
Fraudes, demissão e CPI: os primeiros dias turbulentos de Wolney Queiroz na Previdência Social
Novo chefe da Previdência encontra desafios. Foto: Myke Sena/ Câmara dos Deputados.
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O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, recém-empossado, em 2 de maio, sente a pressão da oposição no Congresso Nacional, devido aos escândalos de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 

As investigações mostraram um esquema de descontos impróprios em aposentadorias e pensões, fato que causou a demissão do ex-ministro Carlos Lupi, na última sexta-feira (2). O entendimento é que Wolney esteve presente na reunião em que o governo foi alertado sobre desvios de R$ 6,3 bilhões.

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Como resposta, os oposicionistas querem instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). O deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), propositor da CPI, diz ter reunido as 171 assinaturas necessárias para início dos trabalhos, com foco em investigar os sindicatos envolvidos nas fraudes.

“Ainda não começamos a CPI, mas já começamos a ver que esse é o caminho. O governo e as vítimas desse verdadeiro golpe precisam saber que aqui tem parlamentares que estão atentos”, afirmou o deputado em legenda de postagem em uma rede social nesta segunda-feira (5).

O líder da oposição, deputado Zucco (PL-RS), afirma que a temática é essencial e que o assunto não apaga a importância de outras ações.

“Muitas CPIs foram pedidas quando a matéria estava aquecida e era algo daquele momento, mas isso não impede que outras sejam apresentadas”, garante.

Zucco é quem, da mesma maneira, defende a anistia como prioridade.

Ações subsequentes

De maneira constante, outros parlamentares manifestam indignação. Depois de emplacar ação contra o então ministro Lupi, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) deu entrada com uma ação popular na Justiça Federal de Brasília para barrar a posse de Wolney.

O líder do Partido Liberal (PL) na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante, igualmente acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR), pedindo afastamento do novo chefe da pasta.

 

FONTE/CRÉDITOS: Malu Alencastro PORTAL NORTE
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HENRIQUE FERRAZ

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