Quando a “rainha das ONGs” quis comandar uma sessão da Comissão de Infraestrutura do Senado e não lhe foi permitido, ela percorreu aquele caminho tortuoso dos malandros: afirmou ter sido diminuída por ser mulher. Ela e seus aliados da extrema esquerda — que estão se lixando para o Brasil porque precisam prestar contas às ONGs internacionais — agora pedem a cassação do senador Marcos Rogério por suposta quebra de decoro parlamentar. Fosse num país sério, essa narrativa seria motivo de piada. Mas no Brasil de Marina, do STF e de partidos aliados, isso pode virar problema real. Ela precisa impor sua ideologia, mesmo contra o bom senso; contra os grandes interesses e necessidades de milhões; contra o direito constitucional de ir e vir. Sua prioridade é representar as ONGs — sem elas, Marina Silva não é nada.
Por isso, é vital para ela atacar Marcos Rogério, como se ele fosse o vilão e não ela — despreparada e feroz, sem argumentos. Assim, tenta matar dois coelhos com uma cajadada só: eliminar um grande opositor do governo e agradar seus patrões internacionais.
Marina não respondeu ao senador que mais a confrontou: Omar Aziz. Ele bateu abaixo da linha da cintura, inclusive dizendo — com outras palavras — que ela mentiu ao afirmar que o simples anúncio do asfaltamento da BR-319 teria causado 150 quilômetros de desmatamento. Esqueceu-se de explicar que se referia a um suposto fato — jamais comprovado — ocorrido há mais de 30 anos. Aziz rebateu: “Não faça isso, ministra! A senhora está afirmando uma informação falsa”, o que, em termos diretos, significa: “A senhora está mentindo!”. Mas Marina não atacará Aziz, que muda de lado conforme o vento e é antibolsonarista. O negócio é criar cenas e tensões em relação a Marcos Rogério, um anti-Lula convicto.
As feministas, que jamais defendem qualquer mulher que não seja de esquerda, tentaram transformá-la em vítima, mesmo após ela desrespeitar o Senado e os senadores com seus chiliques ideológicos.
Marina está ensandecida porque uma lei aprovada no Senado passou literalmente o trator sobre ela. Agora, rodovias já asfaltadas e com licença ambiental não precisarão de novas autorizações para serem reasfaltadas. A lei foi feita sob medida para resolver o caso da BR-319, que será asfaltada, gostem ou não Marina Silva e seus aliados, travestidos de organizações defensoras do Brasil — mas que os brasileiros sabem muito bem a quem de fato servem.
E que não se diga que aqui não se defende as mulheres. Defende-se, sim — mas aquelas que realmente amam seu país e seu povo, não as que se deitam para que interesses estrangeiros as pisoteiem e limpem seus pés.

